Em todas as áreas da arte, temos os mais diversos estilos e obras. Desde as mais simples e pouco complexas, até as mais detalhistas e bem trabalhadas obras de arte de ícones da nossa história.
Quando o assunto é música, não há de se questionar que o ápice em perfeccionismo é a música erudita, cujo muitos autores são considerados gênios e suas partituras originais são verdadeiros tesouros nacionais. Mozart, J.S Bach, Pachelbel, o famoso Beethoven e nosso Heitor Villa-Lobos, são os mais conhecidos da história da música clássica, os quais convém a qualquer ouvinte de boa música, dedicar um tempo para admirar as principais obras.
Apesar de ser uma transmissão e expressão de cultura, apreciar uma obra erudita trás ótimos benefícios intelectuais, tanto para o instrumentista, como para o ouvinte passivo. Assim como o questionável “Efeito Mozart” para os bebês, as diversas vantagens de ouvi-las vão muito além de mitos, muitas delas comprovadas cientificamente. Além do prazer, a música promove ao ouvinte e principalmente ao instrumentista uma maior capacidade de concentração, acuidade auditiva, mais afinidade com a matemática e aumento da intelectualidade. Um estudo da University of California, comprova que alunos que dedicam parte do tempo para atividades relacionadas a música, tiveram maiores notas em testes similares ao vestibular.
Abaixo, nomes de obras conhecidas:
– “Moonlight Sonata”, “Fur Elise” e “9th Symphony”, de L.V.Beethoven
– “Jesus, alegria dos homens” e “Toccata e Fuga”, de J.S.Bach
– “Canon em D” de Pachelbel
– “Bachianas” de Villa-Lobos

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