A esquizofrenia é uma das doenças psicológicas que requer o tratamento adequado para controle dos sintomas e tentar manter ao máximo o bem estar desse paciente. Confiram a seguir mais informações sobre os sintomas e causas da esquizofrenia.

O que muitas pessoas não sabem é que cerca de 1% da população geral tem esquizofrenia. No Brasil temos em média 80.000 habitantes com esquizofrenia atualmente, valor este que sofre alterações a cada ano com os novos casos diagnosticados.

Segundo algumas pesquisas, foi relatado:

Gravidade: incapacitante, crônica e sofrimento.

Repercussão: na vida pessoal, social e familiar.

Distribuição universal.

Maior prevalência em homens.

Início: fim da adolescência e entrada na idade adulta.

Esta doença é basicamente uma psicose funcional com causa desconhecida, porém com fatores que podem influenciar este quadro como os biopsicossociais, genéticos ou lesões cerebrais, ansiedade, estresse, traumas e outros.

Sintomas de primeira ordem de Kurt Schneider

– indicam alteração do “eu-mundo”,

– perda do controle de si,

– percepção delirante,

– alucinações auditivas características,

– eco do pensamento,

– difusão do pensamento,

– roubo do pensamento,

– vivências de influências.

Sintomas Positivos

– comportamentos incomuns,

– delírio,

– alucinações,

– comportamento bizarro, desorganizado, atos impulsivos,

– agitação psicomotora,

– produção linguística.

Sintomas Negativos – aumento da gravidade do problema

– perda de funções psíquicas por empobrecimento da vida psíquica social,

– distanciamento afetivo,

– retração social,

– empobrecimento da linguagem e pensamento,

– diminuição da fluência verbal,

– diminuição da vontade e apragmatismo,

– autonegligência,

– lentificação psicomotora.

Tratamento

– neurolpepticos ou antipsicóticos: evitar crises (possui muitos efeitos colaterais),

– anticolinérgico: reduz efeitos colaterais dos antipsicóticos,

– antisiolítico,

– estabilizadores de humor.

Quanto mais surtos, mais difícil voltar a vida normal, por isso um tratamento logo no início será fundamental para a saúde do paciente.

É importante o indivíduo ter atividades de vida diária, ampliar relacionamentos, trabalho e lazer. Isto é possível quando ocorre o devido tratamento.

É importante ajudar o indivíduo a diferenciar a realidade das ilusões para orientar.

Auxiliar o indivíduo nas necessidades humanas.

Para o aparecimento de sintomas, consulte um profissional da saúde especializado no assunto, podendo ser um psicólogo ou psiquiatra.